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Roteiro de 3 dias em Lisboa

Um roteiro para a primeira vez em Lisboa, de transporte público e em ritmo equilibrado: um dia de chegada sem pressa no centro, um dia inteiro em Belém e uma manhã em Alfama antes do voo. Ele saiu de um roteiro real montado pelo Zanzy e conferido nos sites oficiais. Os horários de cada lugar mudam com a época, por isso ficam no roteiro completo, que vale para as datas da viagem.

Veja o roteiro completo

Roteiro dia a dia

Dia 1 · Baixa, Chiado e Casa do Alentejo

Dia de chegada, sem pressa: deixar as malas no hotel, almoçar e conhecer a parte central da cidade a pé, com uma pausa no meio da tarde para recuperar a noite do voo.

  1. Almoço na Casa do Alentejo: cozinha alentejana num palacete com pátio mourisco e salões de azulejo, perto do Rossio. Não abre todos os dias: confira no site da casa.
  2. Igreja de São Roque: a primeira igreja jesuíta de Portugal, com capelas barrocas. O museu ao lado é a opção coberta se chover.
  3. Miradouro de São Pedro de Alcântara: vista para o castelo e a Baixa, ao ar livre e de graça. É uma prévia dos bairros do último dia.
  4. Baixa Pombalina e Praça do Comércio: a Baixa reconstruída depois do terremoto de 1755, com o Arco da Rua Augusta e o Tejo ao fundo.
  5. Jantar na Cervejaria Trindade: cervejaria tradicional no Chiado, em salões revestidos de azulejo. Vale reservar pelo site.

Dia 2 · Belém e uma noite de fado

Os monumentos das navegações, a poucos minutos a pé um do outro, à beira do Tejo. Chegue na abertura dos Jerónimos para pegar menos fila. À noite, jantar com fado em Alfama.

  1. Mosteiro dos Jerónimos: comece pelo claustro e depois entre na igreja, onde estão os túmulos de Vasco da Gama e Camões. Os bilhetes costumam esgotar: compre antes, no site oficial.
  2. Padrão dos Descobrimentos: o monumento às navegações. Subir é opcional; ver de fora, com a rosa dos ventos no chão, é de graça.
  3. Torre de Belém: reaberta em 2026 depois de um ano de obras de restauro, com entrada por horário marcado. Escadas estreitas e em caracol; compre o bilhete junto com o do Mosteiro.
  4. Almoço em Belém: as tabernas das travessas atrás da Rua de Belém, longe das fachadas da avenida. Muitas não têm site: reserve por telefone, que já confirma se abre.
  5. Pastéis de Belém: os pastéis de nata mais famosos de Lisboa. A fila do balcão costuma andar rápido, mas comer lá dentro, nos salões de azulejo, faz parte do passeio.
  6. Jantar com fado em Alfama: uma casa de fado com jantar, reservada antes, porque as noites de sexta e sábado costumam encher. Durante o fado faz-se silêncio.

Dia 3 · Alfama a pé, antes do voo

Suba ao castelo de ônibus e faça o resto do dia descendo a pé pelo bairro mais antigo da cidade até a Sé. Com as malas guardadas no hotel, dá para almoçar com calma antes do aeroporto.

  1. Castelo de São Jorge: vista de 360° sobre Lisboa e o Tejo. Compre o bilhete no site oficial ou na bilheteria, nunca em revendedores.
  2. Mosteiro de São Vicente de Fora: uma das melhores coleções de azulejos da cidade nos claustros, e um terraço com vista para Alfama e o rio.
  3. Miradouros das Portas do Sol e de Santa Luzia: lado a lado: os telhados de Alfama e o Tejo, e os painéis de azulejo de Santa Luzia.
  4. Almoço perto da Sé: tascas de comida portuguesa nas ruas em volta da catedral.
  5. Sé de Lisboa: a catedral mais antiga da cidade. O bilhete inclui o varandim entre as torres e o Museu do Tesouro; as visitas param durante as celebrações.

Dicas para Lisboa

  • Transporte: metrô, ônibus e bondes cobrem o roteiro inteiro, e o roteiro completo traz em cada trecho a linha, a parada e como pagar. Na semana da viagem, veja os avisos de greve no site do Metro de Lisboa.
  • Ingressos: Jerónimos, Torre de Belém e Castelo de São Jorge valem a compra antecipada, sempre pelo site oficial de cada um.
  • Ladeiras: o castelo e Alfama ficam no alto. Suba de ônibus e desça a pé. As calçadas de pedra escorregam com chuva, então vá de sapato fechado e com boa aderência.
  • Azulejos: o Museu Nacional do Azulejo está fechado para obras (em 2026). Os claustros de São Vicente de Fora, a Casa do Alentejo, a Cervejaria Trindade e o Miradouro de Santa Luzia cobrem o tema.
  • Restaurantes: muitas tascas não têm site. Reservar por telefone é o jeito de confirmar se abrem no dia.

Se chover

  • Em Belém, o Mosteiro dos Jerónimos e os salões dos Pastéis de Belém são cobertos e ficam perto um do outro. A Torre de Belém pode fechar por mau tempo; nesse caso, veja só por fora.
  • No centro: a Igreja e o Museu de São Roque e o almoço mais longo na Casa do Alentejo.
  • Em Alfama, comece por São Vicente de Fora e pela Sé, que são cobertos, e deixe o castelo, quase todo ao ar livre, para quando a chuva parar.
  • O Time Out Market, no Mercado da Ribeira, reúne comida portuguesa num lugar coberto.

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